Tão pequenos, porém tão fortes

Olá pessoas! Por mais que expressamos aquela cara sisuda, sem muitas expressões, com a barba bem desenhada, porém grande, ostentando as grandes entradas no cabelo, fruto da, quase sempre terrível, herança genética… ainda existem acontecimentos que nos abalam.

Essa semana meu pequeno guerreiro ainda em fase de treinamento, nos seus bem aproveitados 4 anos, passou por uma cirurgia (2 na realidade). As cirurgias são, do ponto de vista médico, simples, mas o suficiente para fazer os pais ficarem nervosos, suarem frio, criarem sulcos no chão do hospital de tanto ziguezaguear pelo mesmo trajeto. As cirurgias foram a famigerada circuncisão e uma videolaparoscopia. Não vou entrar em muitos detalhes técnicos pois não foi essa minha vinda até aqui. Mas sim pra mostrar que, qualquer coisa relacionada aos nossos filhos, nos tira momentaneamente dos eixos.

Minha mulher, como a maioria das mães, já estava abalada há uma semana, sem dormir direito, agitada, falando pelos cotovelos. Nós, como homens, já somos imbuídos com uma certa frieza, para que possamos amparar nossas mulheres. Tanto que chegamos no hospital bem cedo, a cirurgia estava marcada para 12:00 p.m. (que acabou atrasando um pouco e começou lá pelas 14:00), e eu ainda consegui tirar um cochilo pela manhã. Dante, como todo moleque agitado e brincalhão, ficou bem entediado e reclamão (até por conta das mais de 12 horas de jejum).

Mas, em compensação, quando chegou a hora em que botamos aquela roupinha que deixa a bunda de fora nele… aí toda aquela semana tranquila veio abaixo. Não teve barba e tatuagem que segurasse meu nervosismo. Ver a mulher chorando, o pequeno entrando rindo na sala de cirurgia sem saber o que iria acontecer com ele… aí que vemos como é tensa a situação. A gente reza, chora, fica andando em círculos, sua frio, e fica aquele clima tenso, onde não temos assunto pra falar, não dá pra ver TV, nem ler livro… MEU DÉEEEEUS!!!

Dante cirurgia

Acima ele deitado e entediado. As 2 de baixo, ele com a roupinha.

Mas, graças a Deus, realmente como os médicos dizem, foi bem tranquilo. Ele voltou pra casa no mesmo dia e já está com seu piruzinho 2.0.. Até porque é bom que aconteça quando ele é pequeno. Na cabecinha dele, como ele mesmo conversou com o anestesista, ele fez só uma “nebulização” (a anestesia em si) e acordou logo em seguida. Pra criança o traumático (na minha leiga opinião) é a recuperação, pois ele não vai poder ficar correndo, pulando, chutando bola, entre outras coisas de criança saudável.

Deixo meus sinceros agradecimentos ao Hospital Samci, aos médicos, anestesistas e enfermeiras. Na realidade deveria agradecer ao plano de saúde também porém eles são muito caros… mas enfim… É isso! Grande abraço a todos e bom fim de semana!

P.S.: Segundo pesquisas, as pessoas tem mais medo de aranhas do que da morte. Eu acho que sou um também…

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